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| Bem-Vindo |
- É nas folhas das árvores que vive o meu pensamento…o meu sopro vital que escorre por entre sorrisos e lágrimas sem fim.
- É no meu peito que transborda este grito mudo…um pensar constante, numa perca aparente de algo que esteve sempre um pouco para além do que me é permito tocar.
- É na luz que me cego e choro…por saber que a voz não chega para expelir o mais intrínseco de mim.
- E onde pararia a luz se o tempo estagnasse toda uma vida?
- É com as minhas mãos que destruo o muito de mim…que jamais consegui alcançar, as mesmas que tocam e derramam nas palavras, o desejo de revelar algo constantemente adormecido…há muito tempo adormecido, para poder um dia…talvez sorrir de novo.
- É no céu que me revelo…num sentimento recalcitrante de ser, numa vida…num constante esperar de que o amanhã se grave de novo no meu olhar.
- Uma ave perde as asas, na ambição constante de voar?
- E onde pararia o voar se o tempo estagnasse toda uma vida?
- É no mar que afogo o ruído que ensurdece no meu âmago … levita num corpo sombrio e depauperado dos séculos.
- É frio o arrepio de todo um momento...de todo um instante…não sei mais onde fixar o meu olhar.
- O horizonte é demasiado grande para agarrar toda uma alma.
- E penso…onde queimaria o olhar estagnado numa existência hipotética.
- Este mundo não chega para chorar tudo aqui…aqui!
- Com lágrimas que teimam em cair, encontrei o sorriso de um abraço…a ternura de um gesto e o vislumbre de um olhar, sim, um olhar surdo mas gritante…um olhar que só consegue falar quando as palavras se acabam…palavras que perguntam constantemente:
- Onde pararia o olhar se o tempo estagnasse toda uma vida?
- Onde pararia o sorriso se o tempo estagnasse toda uma vida?
- Onde parariam as palavras se o tempo estagnasse toda uma vida?
- Não sei…desejo...desejo ardentemente…que simplesmente nada pare, que cresça de vida e jorre num coração eterno.
- E onde pararia o coração se o tempo estagnasse toda uma vida?
- Esse?!...jamais pode parar!
*Adaptação de um poema criado pelo autor, num ritual de Egrégora na Cromeleque dos Almendres em Évora.
By Druid
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| Novidades |
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| Curiosidades - Os Celtas |
| Os Celtas segundo os autores da Antiguidade |
Plínio O velho registou que os habitantes de Miróbriga usavam o sobrenome de
Celtici: "Mirobrigenses qui Celtici cognominantur". A raiz do termo "celta" aparece
como elemento dos nomes próprios nativos da Gália, Celtillos, e da península Ibérica,
Celtio, Celtus, Celticus; nos nomes tribais, célticos, celtiberos; e nos topónimos, Celti,
Céltica,Céltigos e Celtibéria. |
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